
O ano de 2007, quando a Fifa definiu o Brasil como sede do Campeonato Mundial de Futebol de 2014, foi irremediavelmente perdido. Não se contrataram projetos e, assim, tampouco foi dado início às necessárias obras em complexos esportivos e, principalmente, na infra-estrutura requerida para sediar o principal evento futebolístico mundial.
Neste ano de 2008, se o ritmo governamental continuar na mesma velocidade do ano passado, certamente teremos problemas em desenvolver os projetos e obras para a Copa. É do conhecimento dos governos, em suas três esferas – especialmente Estados e cidades candidatas a sediar chaves da Copa -, que a licitação dos projetos para a realização das obras de infra-estrutura em áreas como mobilidade urbana, portos, aeroportos, energia, hospedagem, saneamento e drenagem, entre outras, exigem antecedência, para que sejam melhor contratados e, assim, executados da melhor forma, técnica e econômica. Urge, portanto, que os responsáveis pelas diversas áreas envolvidas com a Copa do Mundo 2014, tanto governamentais quanto privadas, acordem e passem à prática. Senão, continuaremos ouvindo as mesmas desculpas sobre “a falta de projetos para deslanchar as obras” que marcaram o lançamento do PAC.
Fonte: www.sinaenco.com.br
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