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Perguntas mais comuns em uma entrevista de emprego(3/3)



Na primeira e segunda partes desta sequência de matérias sobre entrevista de emprego vimos como se preparar para a entrevista e como se comportar durante ela. Como você já pôde ver até aqui, sem treino você não conseguirá se sair bem. O que falta treinar, então? Bem, comece pelas duas perguntas mais óbvias e que certamente lhe serão feitas, acompanhe:
Porque você está deixando (ou deixou) seu emprego?
Se você está empregado mas procura alguma coisa melhor, evite queixar-se da empresa atual. Diga que está “buscando um lugar onde pode progredir mais depressa” ou alguma coisa assim. Procure enfatizar o aspecto desafiante do que deseja. Caso tenha sido demitido e esteja desempregado, não adiantará tentar esconder – responda a verdade, deixando claro que a demissão nada teve a ver com seu desempenho pessoal. Se foi demitido por redução de custos enfatize esta razão. Se foi demitido por ter cometido alguma falha é melhor dar uma resposta curta. Diga que cometeu um erro “inofensivo” como não ter sido suficientemente diplomático com algum superior. Afirme e reafirme que aprendeu a lição e não voltará a cometer o mesmo erro. Seja rápido na resposta e procure dar referências de seu bom desempenho enquanto esteve empregado.

Quanto você quer ganhar? Pergunta inevitável, cuja resposta depende de sua situação. Se estiver empregado, você não precisa do trabalho e sua resposta poderá ser algo como “estou satisfeito em meu emprego atual; portanto para mudar preciso ganhar mais. Para sua referência, estou ganhando X atualmente...”. Se você estiver desempregado na ocasião, seu poder de barganha será menor e poderá responder algo como “veja, eu sou bem flexível... Em minha última função recebia X, mas agora me contento em ganhar de acordo com o mercado”. Aproveite para perguntar qual é a faixa salarial do cargo para o qual está sendo entrevistado. Prepare-se muito bem para as duas perguntas acima; elas certamente lhe serão feitas, de uma forma ou de outra. Além destas, há várias outras perguntas que podem deixá-lo em situação constrangedora. O quadro na próxima página traz as mais comuns e uma sugestão de resposta. Treine muito bem cada uma delas para responder com firmeza e confiança.

Além destas perguntas óbvias há várias outras que você deve treinar antecipadamente e responder com firmeza quando lhe forem feitas. Acompanhe:

• O que espera encontrar neste emprego?
Não deixe por menos – novos desafios, envolvimento, chance para contribuir para a empresa e para crescer profissionalmente.

• Quais são seus objetivos a médio (longo) prazo?
Evite falar em sua vida pessoal e ponha o foco no seu trabalho – ser gerente de informática, encarregado do setor tal ou coisa similar. Fale de especializações que pretender adquirir e como o fará.

• Por que você acha que devemos contratá-lo?
Fale dos benefícios que pode trazer e como poderá gerar lucros para a empresa.

• Você consegue trabalhar sob pressão?
Claro!!! (e prepare-se para isto). Se puder, relate para o entrevistador algo que já tenha lhe acontecido e como se saiu.

• Quais foram as maiores realizações de sua vida profissional (ou no último emprego)?
Escolha umas três ou quatro tarefas que cumpriu com êxito, que tenham a ver com o cargo ao qual está se candidatando e que sejam condizentes com o que será seu futuro profissional.

• Qual é o seu ponto forte?
Fale das qualidades que todo entrevistador deseja, ou seja, que você é entusiasmado, persistente, dedicado, responsável e competente. Mas não exagere muito...

• Qual é seu ponto fraco?
Evite mencionar coisas negativas e tente virar a mesa mencionando características que, na verdade, são positivas. Diga algo como “Olha, eu sou muito exigente”, ou “Sou perfeccionista e impaciente”.

• Quanto tempo acha que vai levar até começar a contribuir positivamente para nossa empresa?
Ora, imediatamente. Mas é claro que, à medida em que for me entrosando mais com a empresa vai melhorar ainda mais.

• Quanto tempo pretende trabalhar aqui?
Lembra-se de que você já disse que gosta de desafios e quer ganhar mais? Então, seja coerente – vai ficar na empresa enquanto houver desafios e puder crescer profissionalmente e, claro, enquanto estiver sendo útil.

• O que você acha do seu chefe anterior (atual)?
Jamais fale mal, mesmo que você não o suporte (e vice-versa). Se não tiver nada de bom para dizer fique com algo vago como “Acho que ele faz tudo o que pode”, ou “Ele é competente” ou ainda “É esforçado e dedicado à empresa”.

• O que você não gostava no seu emprego anterior?
Não se queixe. Diga sempre que gostava do emprego, mas que está em busca de algo melhor para poder se desenvolver melhor.

• Em seu(s) emprego(s) anterior(es) houve alguma situação em que seu trabalho foi criticado?
Seu trabalho jamais foi criticado!!! No máximo, você foi chamado para discutir como poderia ter feito as coisas e por quê não o fez.

• O que você pensa da empresa X onde trabalhou?
Diga que a empresa era boa (mesmo que você pense o contrário). Se a empresa era realmente interessante, basta dizer a verdade. Se deixava a desejar, diga algo polido do tipo “eles estão lutando para melhorar”, “são competentes” ou “eles têm um bom potencial”.

• Você se considera um líder?
Esta pergunta pode ser uma faca de dois gumes, dependendo do que seu entrevistador procura. Assim, é melhor sair pela tangente dizendo coisas como “Sei liderar muito bem, mas também sei trabalhar em equipe obedecendo às determinações de meus superiores e colegas”. Procure dar exemplos de situações que já vivenciou.

• Você acha que poderia ficar no lugar de seu chefe atual (ou do anterior)?
Sem dúvida alguma! Lembre-se: você é ambicioso e quer crescer.

• Como você ajudou a aumentar os lucros de sua empresa anterior?
Exemplifique com casos ocorridos, algo como “As vendas eram X; depois que fiz o trabalho Y elas aumentaram para Z”, ou então “A equipe estava desmotivada, fiz o trabalho X e a produtividade aumentou de Y para Z”. As empresas gostam muito também quando se fala de redução de custos – “fiz o trabalho X e conseguimos reduzir o custo fixo de Y para Z”.

• O que seus subordinados pensavam (pensam) de você?
Diga que até onde conseguiu perceber você é considerado competente, sendo respeitado e admirado.

• Já demitiu alguém?
Se nunca demitiu, diga a verdade, mas acrescente que o faria tranqüilamente se fosse para a melhoria da empresa. Se já demitiu, exemplifique e explique o porquê da demissão e o que foi conseguido com ela. Evite falar de eventuais problemas pessoais.

• O que considera importante em um subordinado?
Responda o óbvio – competência para o cargo, saber trabalhar em equipe, ser honesto e entusiasmado.

• Conte um pouco sobre você.
Esta é uma das perguntas mais fatídicas. Lembre-se, o entrevistador é um profissional e vai analisar suas mínimas reações. Por isto, pratique muito bem suas respostas à esta questão. Procure dar respostas diretas e curtas e fale somente sobre assuntos profissionais que tenham a ver com o cargo em questão.

• Que tipos de decisões são mais difíceis para você?
Procure mostrar como enfrenta as situações. Diga que usa um processo lógico, identificando as alternativas e o que se ganha ou perde com cada uma e que não hesita em tomar as decisões, por mais difíceis que sejam, principalmente quando sabe que afetarão a vida de seus subordinados ou colegas.

• Com que tipo de pessoa você encontra dificuldade para trabalhar?
Use a diplomacia novamente. Mencione só coisas positivas dizendo que você se adapta às necessidades do trabalho e que não tem problemas de relacionamento, seja com quem está sob sua subordinação ou como seu superior.

• O que você tem feito ultimamente e que demonstra sua capacidade de tomar iniciativa?
Comece com uma série de realizações de sua vida profissional. Mostre que você está sempre procurando progredir, mas sem abandonar suas responsabilidades.

• Se pudesse voltar no tempo, o que faria de diferente em sua carreira?
É importante mostrar-se seguro dizendo que, a princípio, mudaria muito pouca coisa. Mas o quê? Bem, evite mencionar...

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