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Nessa área o IBDA tem a parceria da Eternit. Atuando no Brasil desde 1940, líder no mercado brasileiro de telhas e caixas-d’água na construção civil brasileira, dentro de seu objetivo estratégico de consolidar a marca como provedora de produtos e soluções para a construção civil, revoluciona o segmento de louças sanitárias e lança no setor produtos que combinam beleza e funcionalidade.
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Saiba mais: www.eternit.com.br

por Arq. Iberê M. Campos

Bacias sanitárias e o consumo de água



A bacia sanitária foi criada na Inglaterra no fim do século XIX. Inicialmente chamada de “water closet”, juntamente com as instalações prediais de água e de esgoto constituiram um notável avanço tecnológico que possibilitou ao homem deslocar-se do campo para concentrar-se nos centros urbanos. Como assim? Bem, os mais velhos devem se lembrar das “casinhas” que ficavam no fundo dos quintais e que abrigavam uma fossa séptica e onde as pessoas iam para fazer suas necessidades fisiológicas.
Pelo design atual, a bacia sanitária é um recipiente de formato anatômico que contém um poço de água destinado a receber os resíduos. Estes são removidos por um dispositivo interno mediante um fluxo de água.

A energia hidrodinâmica utilizada no processo é provida por um dispositivo de descarga que supre a bacia sanitária com água em volume e velocidade adequados não apenas para a remoção dos resíduos depositados na bacia mas também para conduzí-los pela tubulação de esgoto horizontal e vertical até chegar à rede pública ou a uma fossa séptica que fará o tratamento dos resíduos antes de devolvê-los à natureza.


Tipos de Bacia Sanitária

Em termos remoção dos resíduos existem dois tipos básicos de bacia sanitária -- as que fazem a limpeza por sifonagem e os que funcionam pelo princípio do arraste.

Limpeza por sifonagem – As bacias sanitárias convencionais que funcionam pelo princípio da sifonagem descarregam o esgoto para baixo. Enfatizando, as bacias que funcionam por este princípio só podem descarregar o fluxo para baixo.

Limpeza por arraste – São bacias de saída horizontal, fazendo a limpeza através do arrastro de um fluxo de água forte e contínuo. É o tipo de bacia utilizada em banheiros racionais, nos quais a tubulação de esgoto é instalada no interior de paredes do tipo “dry wall" acima do nível do piso.

A limpeza por arraste permite direcionar o fluxo da descarga tanto no sentido horizontal como de cima para baixo. Com isto, bacias de saída horizontal podem ser apoiadas no chão ou suspensas, quando são fixadas na parede do banheiro.


Sistemas de descarga e o consumo de água



A água é um recurso natural limitado. A população aumenta dia a dia e as fontes de água doce de boa qualidade vêm diminuindo a um ritmo preocupante. Assim, toda medida que diminua o consumo de água é bem-vinda, e os sistemas de descarga sanitária são responsáveis por boa parte do consumo de edifícios residenciais. Só para ter uma idéia, as antigas bacias sanitárias necessitavam de grandes volumes de água de descarga, podendo chegar a 15 litros ou mais a cada acionamento da válvula de descarga.

Justamente em muitos países desenvolvidos a preferência sempre foi pelos sistemas de descarga por caixa acoplada, que gasta um volume pequeno e fixo de água. No Brasil, entretanto, o sistema mais usado até hoje é o de válvula de descarga.

Mas as coisas estão mudando por aqui também. A exemplo do que acontece no primeiro mundo, em 1997, com a finalidade de reduzir o consumo d'água nas instalações sanitárias, o Ministério do Interior através do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade no Habitat (PBQP-H) estabeleceu em norma os novos limites máximos de utilização de água para a limpeza de bacias sanitárias.

Segundo essa determinação governamental, até o ano de 1999 as bacias sanitárias utilizadas no Brasil poderiam consumir até 12 litros de água de descarga por ciclo. A partir do ano de 2000 o limite máximo de utilização d'água por bacias sanitárias e a partir de 2002 o teto é de 6 litros, nível este que já é adotado pelos países da Comunidade Européia e da América do Norte.

Para que se possa estabelecer e controlar o volume do consumo de água das bacias sanitárias é necessário que a descarga seja provida de uma caixa de descarga, que por sua própria natureza só pode liberar volumes de água de acordo com o volume do seu reservatório. Isto porque é impossível, na prática, controlar o volume de descarga liberado por válvulas fluxíveis.

Entretanto, o esforço dos fabricantes de metais e louças sanitárias logrou desenvolver modelos que, quando combinados e instalados adequadamente, permitem que a norma de 6 litros por descarga seja cumprida até mesmo usando bacias sanitárias com limpeza por válvula de descarga.

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