
Esta área é supervisionada pelo Engº Mauro Hernandez Lozano e sua empresa,
a Dýnamis Engenharia Geotécnica (www.dynamisbr.com.br) que
há mais de 18 anos vem se especializando em soluções de geotecnia em busca de alternativas seguras e econômicas.
A norma apresenta as condições exigidas no estudo e controle de estabilidade de encosta e de taludes resultantes de cortes e aterros realizados em encostas.
O termo, encosta, é o nome genérico que damos a todas as superfícies inclinadas que delimitam as áreas elevadas do relevo, também denominamos de taludes. Podem ser natural ou artificial em função da ação humana.
Portanto, abrangem uma enorme gama de situação encontradas em obras de estradas, terraplenagem, super e hipermercados, shoppings, edificações, indústrias, aterros sanitários e industriais, residências, entre outras.
A norma é bastante abrangente e ajuda os interessados e tomar conhecimento das diferentes anuências e ou necessidades de um projeto e obras deste tipo assim a sociedade ganha um excelente documento, legal, para tratar de seus problemas e ou não negligenciá-los como vem acontecendo até o presente momento.
Com esta norma a sociedade ganha um excelente documento, legal, para tratar de seus problemas e não negligenciá-los como vem acontecendo até o presente momento.
Os interessados terão oportunidade de perceber a complexidade existente neste tipo de projetos e obras e os riscos envolvidos tanto de vidas, como material e ambiental.
A norma abrange os primeiros levantamentos topográficos, hidrológicos, geológicos e geomorfológicos, destaca as investigações geológicas geotécnicas, inclui as investigações de campo, amostragem e ensaios de laboratório, Criando obrigatoriedade de ensaios de resistência ou triaxiais.
Ressalta-se, e explica-se que estes ensaios de resistência (triaxial) permitirão aos engenheiros geotécnicos reduzirem as incertezas nas propriedades de resistência sendo que isto trará conseqüências benéficas à sociedade com redução de até 30% de custos.
Evidentemente, os fatores humanos, isto é, a ação e ou atitude do engenheiro geotécnico é fundamental na qualidade, segurança e economia das obras e não podem ser normalizados.
Ou seja, a norma é necessária para aprimorar o desenvolvimento da sociedade. Mas, não supera o trabalho investigativo, criativo e intuitivo além de analise, interpretação e experiência do engenheiro geotécnico. Além de um trabalho no bem com beleza e na verdade.
Como diz o psicanalista e cientista Dr. Norberto Keppe o ser humano é na sua essência trilógico e eu diria que o engenheiro geotécnico na sua essência tem que ser experiente lógico e intuitivo para trazer os melhores resultados à humanidade. Isto é, evitar insucessos (ver artigo A Patologia Geotécnica de nossa autoria)
As incertezas envolvidas nos problemas geotécnicos são de incrível complexidade e quanto mais se conhece mais se percebe a “ignorância” e face às incertezas tem-se que tomar a decisão.
Apenas com uma ação ética, persistente e intuitiva pode-se definir o perfil (modelo) geológico geotécnico (PGG) que será a base dos calculo de estabilidade. Inclusive as escolhas dos modelos de cálculos também são parte das incertezas. Assim a norma aborda os critérios de cálculo os fatores de segurança que abrangem tais incertezas.
A norma também indica os deveres do projetista na apresentação dos documentos de projetos. Diga-se de passagem, que tais informações estão sendo negligenciado nos projetos atuais dificultando sobremaneira qualquer entendimento sobre a intenção do projetista quando se procura analisar os documentos de projeto.
A execução das obras também é abordada nesta norma é, principalmente, cria obrigatoriedade de acompanhamento das obras (ATO) pelo engenheiro civil geotécnico.
Explica-se que o projeto, com documentação adequada, apresenta uma serie de informações a serem confirmadas durante execução da obra que são imprescindíveis para segurança e economia das obras.
O apoio técnico das obras (ATO) do engenheiro civil geotécnico realizado através de visitas técnicas tem a função de constatar ou verificar os critérios de projeto e modelos de cálculos de modo a permitir ajuste às condições de campo.
Também se deve destacar o controle tecnológico que devem estar especificados em projeto e devem ser objeto do ATO.
A norma também aborda a manutenção e monitoramento das obras pode-se também chamar de avaliação de desempenho das obras.
Parabéns à ABMS (Associação Brasileira de Mecânicas dos Solos e Engenharia Geotécnica) e seus colaboradores, principalmente, aos que trabalharão na confecção desta norma.
Certo que esta norma ajudará na evolução da engenharia civil geotécnica e conseqüentemente e, principalmente, a humanidade em seu desenvolvimento.
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Comentários dos leitores:|
Nossos leitores já fizeram 1 comentário sobre este artigo: De: SIDNEI (em 2009-09-07 23:51:20) Agora é Lei: Ensaios Triaxiais e ATO - Taludes, Mu Ilho Engº. MAURO H. LOZANO, A MATÉRIA EM TELA, É MUITÍSSIMO IMPORTANTE, E DE UMA TEMPESTIVIDADE INCOMENSURÁVEL. MUITO EMBORA O BOM SENSO JÁ PRECONIZAVA O QUE DETERMINA O TEMA, MUITA VEZ, O PROFISSIONAL COM OBRA JÁ EM ANDAMENTO, É SURPREENDIDO COM ALGUM TIPO DE INFILTRAÇÃO, OU PEQUENOS DESLIZES OU TRABALHO EM FACE DE ESCAVAÇÕES OU ESTAQUEAMENTO, É OBRIGADO A TOMAR DECISÓES NÃO PROGRAMADAS . aSSIM O CUMPRIMENTO DAS DETERMINAÇÕES DA NORMA SERÁ SEMPRE FELIZ, EVITANDO OS REPAROS E CONSERTOS NÃO CONSTANTES NO CRONOGRAMA.
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